

PT da Bahia, se tiver juízo, escala o deputado JORGE SOLLA no lugar de JAQUES WAGNER para concorrer ao senado; o galego passou a ser figura política tóxica, vai comprometer a campanha de JERÔNIMO e LULA, e corre risco de ser preso durante a campanha política
Assim como GEDDEL virou um político com muita rejeição, que aliados nos bastidores pegam na sua mão mas evitam fotos em público, embora o ex político ainda tem influência política por conta de comandar o PMDB na Bahia, o senador JAQUES WAGNER dificilmente reverterá essa situação de desgaste enfrentada no momento e com potencial de se agravar com possível prisão do senador no decorrer da campanha política das eleições agora de 2026.
O governador JERÔNIMO precisa abrir os olhos, pois a pressão vai aumentar, as investigações vão acelerar e o governador passou a ser prejudicado em sua campanha com a manutenção da pré candidatura de JAQUES WAGNER a senador na majoritária.
Os indícios de participação de WAGNER na trama do caso Master são muito robustos, desde a sua engrenagem, desde o início, em possível parceria com o banqueiro que já esteve preso por conta do caso Master, e amigo de WAGNER, AUGUSTO LIMA.
O senador JAQUES WAGNER corre o risco de ser preso, e essa situação em plena campanha e próximo das eleições, impactaria a hoje bastante provável eleição de JERÔNIMO RODRIGUES.
Se é melhor prevenir do que remediar, o PT deveria já de imediato escalar o deputado federal JORGE SOLLA para ser candidato ao senado no lugar de JAQUES WAGNER (também não se sabe se SOLLA aceitaria ser candidato ao senado).
JORGE SOLLA é um político respeitado, sério, acessível, médico por formação, foi Secretário de Saúde da Bahia, já está no quinto mandato de deputado federal, sendo sempre um dos mais votados do PT, e com forte presença política em todo estado.
Alguém precisa alertar o PT, pois às vezes, dentro do grupo político não se tem a verdadeira dimensão do que está acontecendo e de como a população está reagindo. "É necessário sair da ilha para ver a ilha", como bem dizia o escritor português, JOSÉ SARAMAGO, em sua obra O Conto da Ilha Desconhecida.
Por SALVANY COTRIM, diretor do site POLITICA10






















